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Moscou é nomeada a cidade mais desenvolvida da Europa Oriental

Investimentos em transporte, novos sistemas de aluguel de bicicleta e compartilhamento de carros, e revitalização do centro vêm transformando a paisagem da capital russa e a vida de seus moradores.
De Kira Kalínina, Anastassia Karagôdina

Ao longo dos últimos seis anos, a capital russa vem se adaptando aos mais elevados padrões globais e, atualmente, é líder entre os países da Europa Oriental em termos de desenvolvimento de infraestrutura e transporte. Os dados que compravam isso foram apresentados pelo chefe do departamento de Relações Internacionais da cidade de Moscou, Serguêi Tcheremin, em um evento ocorrido na França em 15 de março. “Moscou está em primeiro lugar entre as cidades do futuro da Europa Oriental. As classificações internacionais comprovam isso”, declarou Tcheremin.

O mais recente e ambicioso projeto de infraestrutura da cidade é o recém-lançado sistema de transporte do Anel Central de Moscou, que interliga bairros remotos da capital russa.

Paralelamente, o projeto mais controverso dos últimos tempos foi a introdução de parquímetros e multas no centro da cidade, que, embora tenha deixado muitos moscovitas furiosos, ajudou a arrecadar 17,5 bilhões de rublos (quase US$ 300 milhões) para os cofres municipais em 2016. Além disso, a cidade vem ganhando sistemas modernos de aluguel de bicicleta e compartilhamento de carro, novos parques ergonômicos nas regiões centrais e adjacentes, e um novo centro histórico totalmente restaurado com a ampliação de zonas para pedestres.

(Foto: Maksim Blinov/RIA Nôvosti)(Foto: Maksim Blinov/RIA Nôvosti)

Lançado em 2016, o Anel Central de Moscou é um sistema ferroviário que interliga bairros periféricos da cidade, estações de metrô e pontos de transporte de superfície.

(Foto: Iliá Pitalev/RIA Nôvosti)(Foto: Iliá Pitalev/RIA Nôvosti)

Com menos de um ano, esse sistema já é usado diariamente por quase 320 mil pessoas.

(Foto: Maksim Blinov/RIA Nôvosti)(Foto: Maksim Blinov/RIA Nôvosti)

O centro da cidade também dispõe de um sistema de parquímetro desde 2012, e sua abrangência vem aumentando a cada ano. Os valores costumam variar de 40 a 200 rublos (US$ 0,7 a US$ 3,3) por hora.

(Foto: Artiom Geodakian/TASS)(Foto: Artiom Geodakian/TASS)

No ano passado, a prefeitura de Moscou arrecadou mais de 17,5 bilhões de rublos em parquímetros e multas, segundo o jornal “Vedômosti”. A quantia é comparável ao orçamento da cidade de Kazan.

(Foto: Anton Novoderejkin/TASS)(Foto: Anton Novoderejkin/TASS)

O sistema de aluguel de bicicleta Velobike surgiu em Moscou no ano de 2014. Hoje já são 330 pontos de aluguel nas regiões centrais e periféricas da cidade. No entanto, uma vez que a rede de ciclovias não avançou na mesma velocidade, os ciclistas são, em geral, obrigados a se aventurar entre os carros.

(Foto: Kirill Zikov/Agência Moskva)(Foto: Kirill Zikov/Agência Moskva)

Devido ao longo inverno, o aluguel de bicicletas só está disponível entre os meses de abril e outubro.

(Foto: Serguêi Kiselev/Agência Moskva)(Foto: Serguêi Kiselev/Agência Moskva)

Outra forma de combater os imensos congestionamentos na capital foi lançando um sistema de compartilhamento de carro em 2015 (ainda disponível apenas para russos).

(Foto: Artiom Geodakian/TASS)(Foto: Artiom Geodakian/TASS)

Estatísticas demonstram que um só carro compartilhado substitui 10 outros veículos particulares.

(Foto: Valéri Charifulin/TASS)(Foto: Valéri Charifulin/TASS)

A expansão de vias para pedestres e a restauração de prédios históricos em 2013 transformaram o centro da capital russa. / Rua Pyatnitskaya.

(Foto: Vladímir Astapkovitch/RIA Nôvosti)(Foto: Vladímir Astapkovitch/RIA Nôvosti)

Rua Kuznetsky Most.

(Foto: Agência Moskva)(Foto: Agência Moskva)

O amplo programa de restauração da cidade também teve efeito sobre as margens do rio Moscou. A região representada na foto, próxima ao parque Muzeon, exibia antes uma calçada estreita e deserta ao longo de uma avenida bastante larga.

(Foto: Viatcheslav Prokofiev/TASS)(Foto: Viatcheslav Prokofiev/TASS)

O projeto de restauração, que envolveu empresas de arquitetura britânicas e escandinavas, também transformou os parques de Moscou em um cartão de visitas da cidade – tanto que, hoje, o parque Górki e a Praça Vermelha disputam turistas.

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30 de março de 2017
Tags: sociedade, moscou, urbano

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